Se não quiser adoecer…

Se não quiser adoecer – “fale de seus sentimentos”. Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo, a repressão dos sentimentos, a mágoa, a tristeza, a decepção degenera até em câncer. Então, vamos confidenciar, desabafar, partilhar nossa intimidade, nossos desejos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e poderosa terapia.

Se não quiser adoecer – “tome decisão”. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir, é preciso saber renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “busque soluções”. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor acender o fósforo que lamentar a escuridão. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe.

Se não quiser adoecer – “não viva sempre triste”. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem a vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. Se não quiser adoecer – “não viva de aparências”. Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão de estar bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. Está acumulando toneladas de peso… Uma estátua de bronze, mas com pés de barro.

Se não quiser adoecer – “aceite-se”. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável.

OSHO (do livro ‘Saúde Emocional’)

Texto enviado por Marcelo Souza de Carvalho – Atibaia-SP

Células temporais expostas a “Quinta Sinfonia” de Beethoven perderam tamanho ou morreram

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da “Quinta Sinfonia” de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, Descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais – em testes de laboratório.

Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo – ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade. O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia.

A composição “Atmosphères”, do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior”, de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.

- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o “efeito Mozart”, um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal – pondera a pesquisadora. – Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas. “Atmosphères”, diferentemente da “Quinta Sinfonia”, é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?

Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade. Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores.

O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.

- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa – diz a pesquisadora.

Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.

- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento – revela Márcia.

Fonte: O Globo – Renato Grandelle

Os 10 piores alimentos para o ser humano

Pela nutricionista Michel Schoffro Cook - www.drmichellecook.com

10º lugar: Sorvete. Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho. Desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza. Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º lugar: Batatas fritas. Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6º lugar: Salgadinhos de batata. Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon. O consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente. Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (rosquinhas fritas). Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans – o pior tipo de gordura que você pode ingerir. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante. De acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola (www.mercola.com), uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet. É o pior alimento de todos os tempos. Além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio.

Limpeza das vias respiratórias com o Lota / Vídeo

Obs.: o ideal é uma mistura de 9 gramas de sal do Himalaia para cada litro de água.

Práticas corporais e respiratórias

Aprendizado das Práticas Corporais e Respiratórias. O terapeuta Amir El Aouar realiza atendimentos individuais e/ou para grupos.

Conheça este simplificado e intuitivo método de Reorganização Energética dos centros físicos e psicológicos.

São exercícios que fazem que integram o Processo Terapêutico Conexão Natural desenvolvido pelo terapeuta Amir El Aouar.

Duração: 30 a 60 minutos, dependendo da série.

Facilitador: Amir El Aouar

Contato:  conexaonatural@hotmail.com

Idade biológica x Idade cronológica

Relação mente corpo

As doenças físicas ou psíquicas nada mais são do que um indicador de que algo, fora ou dentro de nós, precisa ser modificado. As relações entre nosso psiquismo e o funcionamento do nosso organismo estão sendo cada vez mais desvendadas.

Embora ainda haja um longo caminho a ser percorrido, sabemos, por exemplo, que nossas emoções são capazes de ativar e inativar genes. Se ativarmos heranças genéticas que nos predispõem a determinadas doenças, vamos adoecer delas. E se inativarmos genes essenciais para o bom funcionamento orgânico, isso nos fará adoecer também. Podemos, e devemos, utilizar esse recurso para fazer o caminho inverso. Trabalhar nosso psiquismo para recuperar a saúde.

Fonte: www.neuromedmente-corpo.med.br

Kambo: uma rã milagrosa

Encontrada no sul da Amazônia e em todo o territóri do Acre, o kambô é uma rã Amazônica (Philomedusa Bicolor) cuja secreção é um antibiótico natural poderoso capaz de combater e eliminar distúrbios no ser humano, elevando o sistema imunológico.

O coletor e aplicador Davi de Paula diz que o efeito da substância no organismo é diferente, é algo que só a pessoa que usa, consegue descrever. Mas é como se as células do nosso corpo fossem sendo renovadas.Médicos que já tomaram e pesquisaram o Kambô dizem e acreditam que ela possa ser eficaz no tratamento que vai do câncer a AIDS, e qualquer outro tipo de distúrbio crônico ou não, pois ela atua como um reforçador do sistema imunológico destruindo as membranas celulares das bactérias.Davi explica que no conhecimento caboclo o Kambô é remédio de índio, a terapia indígena e a concepção de doença para o índio são diferentes da nossa. A doença é um espírito negativo que combate a pessoa.

O índio toma o Kambô para afastar o inimigo, também para tirar o desânimo, falta de vontade para caçar, namorar, má sorte, tristeza, fraqueza mental, espiritual, física, baixa estima, desarmonia com a natureza.Ele diz que esse remédio é bom porque traz felicidade para quem a toma e também para quem pára de caçar. Quando se toma o Kambô a caça se aproxima curiosa do caçador; pois quem a toma emite um tipo de luz verde, e é isso que faz a caça se aproximar. Também serve para desentupir as veias do coração fazendo circular a emoção, o sentimento, o amor.

A aplicação é indolor e os efeitos imediatos.A coleta da substância da rã é feita sem machucá-la, no tempo certo e na lua certa. Conhece-se o animal pelo canto. Logo que a secreção é retirada, ele é devolvido a mata. Após seis meses a rã pode ser reutilizada.Na aplicação não se utilizam agulhas. São feitos os pontos para introduzir a vacina no organismo com um cipó aceso fazendo uma leva escamação na pele. O cipó usado é antiinflamatório e após a aplicação não são necessários cuidados especiais, pois a cicatrização dos pontos é rápida.

O tratamento, via de regra,  é composto de três aplicações com intervalos variáveis, nunca mais de 30 dias de intervalo. A aplicação diferencia-se de acordo com o sexo: nas mulheres, os pontos são feitos na batata da perna.  Nos homens são feitos no braço.

REAÇÃO – A reação à vacina, que não é alucinógina, leva cinco minutos.  Em seguida – durante 20 a 40 minutos, apenas -  ocorrem limpezas no campo físico, energético, espiritual e emocional.  Após a experiência a sensação é de limpeza, leveza, tranqüilidade, bem estar, paz interior e conscientização do desequilíbrio ou distúrbio a ser tratado. Depois da aplicação, a pessoa estará apta para suas atividades normais. O medicamento não é indicado para mulheres grávidas, menstruadas e crianças com menos de nove anos.

O kambô é indicado para qualquer tipo de pessoa que tenha algum tipo de distúrbio ou desequilíbrio. Purifica o sangue e trata todos os processos agudos e crônicos do organismo. Davi também indica para pessoas que aparentemente não apresentam nenhum sintoma, mas buscam se conhecer e imunizar o corpo.  Atua na percepção, intuição nos sonhos, visão espiritual, no inconsciente e nos bloqueios que impedem o fluxo da energia vital.

Doenças combatidas pelo kambo (ainda sem comprovação científica): medicamento vem sendo aplicado e mostrado bons resultados nas pessoas que se encontram com dores e inflamação em geral: musculares, coluna, ciática, artrite, reumáticas, tendinite, enxaqueca, e outros. Cansaço nas pernas, dor de cabeça crônica, asma, bronquite, rinite, sinusite, acne, alergias, gastrite, úlcera, diabetes, pressão arterial, obesidade, problemas circulatórios, formigamento, retenção de líquido, colesterol,  doenças do coração em geral, hepatite, cirrose, malária (aguda) e pós-malária, labirintite, epilepsia, TPM, irregularidades menstruais, infertilidade, impotência, redução da libido, depressão e suas conseqüências, ansiedade, insônia, irritação, insegurança, nervosismo, medo, stress, fadiga, sistema nervoso abalado, esgotamento físico, mental, emocional, desintoxicação, dependência química, tabagismo. Trata distúrbios nos órgãos genitais, pulmão, rim, vesícula, baço-pâncreas, bexiga, coração, estômago, intestino, tiróide, fígado, garganta.

Sonia Matos

http://pt.shvoong.com

Kambo: aplicação e efeitos

Farmácia Ancestral

Não há segredo na aplicação do kambo: com um pedaço de cipó em brasa, queima-se o braço várias vezes (pequenos pontos para a introdução da vacina). Se for mulher, a perna. A quantidade de pontos pelos quais o veneno será introduzido em seguida (com uma faca ou espátula de madeira, como quem cimenta algo) dependerá da vontade do “paciente” e da avaliação clínica do aplicador, baseada nos seus conhecimentos e no histórico de reações e resultados acumulados na memória coletiva das populações indígenas que o usam.

A reação ao veneno, o tempo de duração dos efeitos e sua intensidade variam de acordo com a consistência física de cada um, mas o choque é invariavelmente forte. Assusta: o coração dispara, o sangue corre acelerado nas veias, a pressão cai ou sobe muito, a pessoa fica tonta ou nauseada. Alguns vêem tudo branco, como se o mundo estivesse coberto por uma névoa difusa, ou caem no chão, sem forças. Outros, incham como um sapo. Então, de repente, o organismo reage ao mal-estar e põe tudo para fora. Vômito forte e diarréia são as respostas mais comuns. Aos poucos, os sentidos voltam ao normal. A pessoa se sente leve, limpa, disposta, de bem com a vida. É a energia, além da crença na capacidade do kambo de combater a “panema”, que leva os katukina a tomar freqüentemente a vacina. Aumenta a capacidade de percepção da realidade oculta e a resistência para a caça. Ficam dias seguidos na mata sem dormir, em paz com os companheiros, consigo mesmos e com seus mistérios.

Globo Rural

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